Cansei da dopamina barata: o ano que decidi sair do Instagram
- MINIMIZA | Apresentações sem firulas

- 26 de mar.
- 4 min de leitura
A nova estratégia do MINIMIZA para ter leads qualificados em 2026 de forma passiva

Eu desisti do Instagram. E não falo isso por birra, mas porque cansei mesmo – e o Breno, meu sócio, também.
De um tempo pra cá, comecei a sentir que estava correndo em uma esteira que não saía do lugar, tentando alimentar um algoritmo que pede conteúdos rasos.
Em 2026, decidimos que o foco do MINIMIZA mudou.
Saímos da busca pela dopamina barata para focar em frentes onde o conteúdo respira e tem profundidade: o YouTube, o LinkedIn e o Substack.
Paramos de consumir o que produzíamos
A grande virada de chave veio de uma percepção simples: nem eu, nem o Breno, estávamos mais consumindo o Instagram na nossa vida pessoal.
E se a gente não consome mais nada na plataforma, por que continuar gastando toda a nossa energia nela?
Em 2020, fizemos um movimento de sair um pouco do LinkedIn e ir para o Instagram, mas hoje sentimos que o público que busca algo mais “premium”, estratégico e sem firulas também está migrando.
Eu sou fã de textos mais longos e adoro assistir vídeos no YouTube, tanto como entretenimento, como para aprender algo novo.
Então por que não focar no que a gente realmente gosta de consumir?
A Estratégia “Replicar, Adaptar e Gravar”
Para não ficarmos reféns de uma única rede e, ao mesmo tempo, não morrermos de trabalhar, criei um método para transformar um único “conteúdo mãe” em, no mínimo, 10 conteúdos diferentes.
A ideia é usar a newsletter do Substack como base. A partir dela, usaremos a estratégia Replicar - Adaptar - Gravar para estar em mais redes sociais sem ter que produzir conteúdo totalmente do zero.
Com a newsletter do Substack pronta, vamos para a primeira parte:
Etapa 1 - REPLICAR
Aqui a gente literalmente copia e cola. O texto que sai no Substack e vai idêntico para dois outros lugares:
Newsletter no LinkedIn
Como sou LinkedIn Top Voice, já tenho uma audiência de mais de 100 mil pessoas no meu perfil pessoal. O texto que no Substack ainda está começando, no LinkedIn já performa com mais força (minha newsletter do LinkedIn tem mais de 50.000 inscritos).
Blog do MINIMIZA
Replicamos em nosso site para fortalecer o SEO e sermos encontrados pelo Google através de palavras-chave do universo das apresentações. Aqui o foco não é like ou comentário, mas sim ajudar a nos encontrar mais facilmente nas pesquisas (inclusive no ChatGPT).
Etapa 2 - ADAPTAR
Pegamos o conceito central do texto longo e o transformamos em posts curtos. Nesse caso, pode ser uma parte da newsletter ou até mesmo só uma frase.
Essa estratégia gera 3 novos conteúdos para 3 redes sociais diferentes:
Post no Instagram
Um post de arte única ou carossel para o perfil do MINIMIZA no Instagram.
Post no LinkedIn
Um pensamento rápido no meu LinkedIn pessoal ou na company page do MINIMIZA, com uma parte do texto longo que se destacou; e
Post no Substack
Um post curto (com ou sem foto/imagem) no estilo Twitter, só que dentro do próprio Substack.
Nessa etapa, um único texto longo pode gerar vários posts curtos e em diferentes formatos também (inclusive sem arte no caso do LinkedIn e do Substack, apenas texto — que é mais fácil de publicar).
ETAPA 3 - GRAVAR
O texto longo vira roteiro para um novo vídeo. Isso é o que você vê no canal do YouTube do MINIMIZA.
Aqui a gente divide em dois passos...
O primeiro passo: eu leio a newsletter do Substack e uso como roteiro do vídeo. Assim eu gravo como se fosse um bate papo, como se fosse um podcast.
O segundo passo: com o vídeo longo gravado (meus vídeos ficam entre 10 e 20 minutos), o editor consegue tirar até 3 cortes de até 1 minuto. Cada corte vira post para o Shorts (dentro do YouTube), o Reels (do Instagram) e também no TikTok.
Por que o vídeo é o braço direito da escrita?
Muita gente me pergunta por que me dar ao trabalho de gravar se eu já escrevi sobre o assunto. Eu tenho duas respostas para essa pergunta.
O primeiro motivo é simples e o mais óbvio: marca pessoal.
A escrita é excelente para SEO e autoridade técnica, mas o vídeo permite que as pessoas conheçam “a Laís e o Breno” para além do MINIMIZA. Elas veem nosso jeito de falar, nossos bastidores e criam uma conexão que o texto sozinho demora mais para construir. É o equilíbrio perfeito entre o racional (texto) e o emocional (vídeo).
O segundo motivo é um pouco mais técnico: temos que estar onde o lead está.
Tem gente que prefere TikTok a Instagram. Outros preferem Instagram a YouTube. E por aí vai... pessoas que trabalham no mundo corporativo são nosso potencial cliente e como cada um prefere uma rede diferente, é necessário estarmos no máximo de lugares possível.
Instagram Sem Firulas?
No final das contas, a gente não saiu totalmente do Instagram, só que a nossa estratégia não está focada nessa rede.
O Instagram não morreu para o MINIMIZA, mas deixou de ser o centro. Sempre vai ter conteúdo, mas hoje estamos pensando em multiplataformas e em novos tipos de conteúdo.
Entramos 2026 tendo o YouTube como nosso principal canal de aquisição de novos leads e voltamos a crescer no LinkedIn. Esse primeiro trimestre nos mostrou que estamos no caminho certo.
Espero que esse bastidor tenha te ajudado a pensar na sua própria produção de conteúdo de forma mais estratégica e sem as firulas, ou seja, focando nas redes que realmente fazem a diferença para o seu negócio!
Me conta aqui nos comentários qual rede você gosta e consome mais 🙂
📹 Fiz um vídeo lá no Youtube falando sobre essa estratégia que criei e chamei de Replicar - Adaptar - Gravar. Nesse caso, fiz ao contrário: gravei o vídeo longo primeiro e depois transformei em newsletter. Considere se inscrever no canal se você gostar do vídeo:
Leve o MINIMIZA para treinar o seu time!
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Um abraço sem firulas,
Laís Vargas



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